7 de janeiro, vidas desperdiçadas

comecei a ler o bauman. zygmunt bauman. que eu sempre quis, mas sempre passava os romances na frente. vidas desperdiçadas.

“Nosso planeta está cheio.
Essa afirmação, permitam-me esclarecer, não vem da geografia física ou mesmo humana. Em termos de espaço físico e da amplitude da coabitação humana, o planeta está londe de estar cheio. Pelo contrário, o tamanho total das terras desabitadas ou esparsamente habitadas, consideradas inabitáveis ou incapazes de sustentar a vida humana parece estar se expandindo, e não se encolhendo. À medida que o progresso tecnológico oferece (a um custo crescente, sem dúvida) novos meios de sobrevivência em hábitats antes considerados inadequados para o povoamento, ele também corrói a capacidade de muitos hábitats de sustentas as populações que antes acomodavam e alimentavam. Enquanto isso, o progresso econômico faz com que modos de existência efetivos se tornem inviáveis e impraticáveis, aumentando desse modo o tamanho das terras desertas que jazem ociosas e abandonadas.”

3 comentários sobre “7 de janeiro, vidas desperdiçadas

  1. ué vale “começar a ler um livro”? certamente não é um nunca.. agora, se cada livro diferente conta, então vamos entrar na discussão que “tudo é sempre novo” e logo vocês estarão fazendo um posts com títulos como ‘nunca desci de elevador as 13:05 da tarde usando um vestido verde” aí fica sem graça.

    recebi esse blog como link de uma amiga, e me inspirei na hora, vou tentar fazer também ( http://laialaia.tumblr.com/ ) boa sorte para nós!!

    1. isso aí, carol. tenta mesmo pra você o quanto não é fácil fazer alguma coisa que você nunca tenha feito, que seja realmente interessante, todos os dias. boa sorte pra nóish!

  2. To acompanhando isso aqui e adorando. Me identifiquei com o vídeo de vocês dizendo que as pessoas são lindas. Já fiz isso algumas vezes, mas dizendo “bom dia”, “boa noite” ou “tudo de bom pra vocês, viu?”. É muito divertido! Nas vezes em que fiz, tive um pouco de auxílio do álcool pra facilitar a iniciativa, mas as conversas posteriores foram puramente intencionais. rs.
    Tomei coragem pra comentar porque nesse exato dia tbm leio Bauman; o “Amor Líquido”, que chega ser dolorido de tão lúcido. Fala sobre como a gente tem amado as pessoas ultimamente; como o mundo das nossas cabecinhas às vezes trabalha contra a gente… num automatismo sentimental. O livro traz umas coisas bem bonitas pra se pensar. Se “vocês nunca” leram, meninas, recomendo. As passagens, se não aqui, dariam uma boa inspiração no outro blog da Elisa.

    Um beijo e boa sorte no projeto.

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