8 de fevereiro, poesia no metrô

sempre vejo gente vendendo poesia pra tudo quanto é canto da cidade. aí a gente fica com aquele preconceito, né? hoje eu passei por cima dele. sai do metrô e uma menina e um menino vieram em minha direção e perguntaram se eu gostava de literatura. nem respondi a pergunta, só acenei rapidamente e continuei andando. quando eu tava quase dobrando a esquina achei um absurdo não ter nem respondido ao menino, e me lembrei que eu sempre faço isso, sem perceber mesmo, porque tô atrasada ou sem paciência. desculpa sempre tem. mas aí eu voltei, falei que eu gostava de poesia e comprei o “silhueta – art zine”, da mulher do rômulo ferreira. comprei a edição do verão. eles fazem um a cada estação e vendem por aí.

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